Insone - não propriamente, pois o fato é que acordei às 3 e meia da madrugada e não mais conciliei o sono -, ligo a TV e paro, sem opções, no canal NHK que exibe um episódio do campeonato japonês de sumô. Fico vendo durante alguns minutos, achando que estou entendendo o que o narrador está falando (um lapso de memória ancestral, palingenesia?) - depois me dou conta de que não compreendo japonês - apenas porque tenho a atenção voltada para um aspecto curioso: o sumô não é uma luta, pois tudo que os volumosos combatentes provam no ringue de areia são a força e a destreza suficientes para empurrar o oponente para fora do círculo. Antes disso, ficam se estudando e fazendo trejeitos para nós incompreensíveis. Mas isso não é mais curioso do que as pessoas diretamente envolvidas no espetáculo - podemos chamar assim? - estarem trajando roupas típica do Japão feudal, enquanto na assistência todos usam trajes ocidentais - e ao observar esse fato cheguei à (falsa?) conclusão de que o sumô é uma cerimônia quase religiosa como tantas outras cultivadas no País do Sol Nascente. E ao relatar estas minhas impressões recordo, para fazer ponte com o título desta postagem, da música de Os Incríveis "Kokorono-niji", que alegrou algumas tristezas de minha adolescência em Feira de Santana, quando já sentia saudade de algo que só aconteceria no futuro que viraria presente...
Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão que nunca esqueci
Boneca linda, dourada
O sol que nasce vem me contar
Que nos teus olhos iluminou
duas pérolas a rolar
Se você não me esqueceu
Sei que também vou lembrar
Do abraço que te dei, meu bem
no momento de voltar
Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão que nunca esqueci
{itsuka anata to musubareta hi ni}
{dakishime dashimete amaete ii no ne}
{watashi no kokoro ha namida de yureru kedo}
{kanashi chouchou ha oozora he kaeru}
Saudade é nostalgia do Japão que nunca esqueci...
{kanashi chouchou ha oozora he kaeru}
Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão que nunca esqueci
Boneca linda, dourada
O sol que nasce vem me contar
Que nos teus olhos iluminou
duas pérolas a rolar
Se você não me esqueceu
Sei que também vou lembrar
Do abraço que te dei, meu bem
no momento de voltar
Saudade é a lembrança
Do amor que um dia deixei ali
Saudade é nostalgia
Do Japão que nunca esqueci
{itsuka anata to musubareta hi ni}
{dakishime dashimete amaete ii no ne}
{watashi no kokoro ha namida de yureru kedo}
{kanashi chouchou ha oozora he kaeru}
Saudade é nostalgia do Japão que nunca esqueci...
{kanashi chouchou ha oozora he kaeru}




